sexta-feira, 23 de junho de 2017

MOJO

Vous êtes mon MOJO.

Vous êtes mon petit paquet de bonnes choses
de l'amour,
de la confiance,
de le respect et la sécurité.

Si je pouvais vous mettre dans un MOJO,
et il nous adapter à la fois,
et donc je pourrais toujours vous emmener avec moi,
pour l'éternité.

vous me donnez la chance, mon amour,
pour l'éternité.


Lucas, 23.06.17

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

In many ways

In many ways                      
I'll miss everything.
Everything in you          
The natural way you walk,
talk,
look at me with your vast green eyes
The way you can make me shy easily,
Only 'cause you told some of our little things to our friends.
The way you let me
weak and sensitive
and with the words stucked in throat
The way you make me afraid of losing you and to say that
I love you.
And also the way you make me feel like right now:
Sitting in silence in the wrong room waiting for the right person
who'll never come.
You'll never come.

                                              Lucas Santos, 07.10.2015

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Wait

I'd love to make an album
with all the sad pictures of our existence,
'cause if i need to look back,
I'd probably smile and cry,
I'd probably won't regret.
This is the easily way to lead my stuff,
lying to me.
Otherwise i am not being myself
and I probably would tell you a true love story
and true love stories never had space in my poetry.
But maybe it's time to change that routine and simply say:
Living is being with you, the rest is wait.
I cannot wait.

                                     Lucas Santos, 25/11/2015.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Carmim

Havemos de ser fortes. Tão tristes e vivos Quanto o carmim que nos rodeia E insiste em nos inundar Com a solidão poluída De sua cor ensurdecedora. De tempos em tempos É possível que percebamos Que o vermelho não é a cor do amor Vermelho é só aquele carmim Que começa em ti, Termina em mim.

Lucas Santos, 26/12/2013.

domingo, 22 de dezembro de 2013

Primeira do Plural

Impessoalidade não tem sido meu forte, quanto as palavras, bom, talvez jamais tenham sido... a singularidade, por ventura, também não, Mas sabe, meu bem, as coisas têm ido bem assim! talvez já havia passado tempo, tempo o bastante, mas mesmo assim, aqui estamos, muito bem, diria. Nós sabemos que ninguém é feliz, e na maioria das vezes só queremos alguém que nos faça entender o quão bom é arranjar maneiras boas de ser triste, Tu entendes? Encontrar-me nos defeitos alheios tem sido meu novo passatempo, É divertido tentar ver-nos completo, mais ainda conseguir. Mas no fundo só quero que daqui uns cinco anos ou mais tu não precise mais de mim. Seria egoísmo. Eu, logicamente, não pretendo precisar de ti, uma troca ao menos justa. Mas quero lembrar, e se sorte tivermos, viver essa primeira do plural, da qual pretendo depender
                                       Lucas Santos, 19/11/2013.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Doze

Me ama, meu bem
Mas me ama só um pouquinho
E se nao te servir um pouco
Ao menos guarda o restinho,
Que é pra eu poder viver bem
E morrer feliz, mas bem devagarinho,
Pouco a pouco,
Um por um, doze.
Doze versos,
Doze dias.
Doze meses,
E um pouco mais.

                                       Lucas Santos, 31/10/2013.

sábado, 7 de setembro de 2013

¡Adiós, Magnólia!

Se ao menos contasse
Quantas vezes pensei em largar tudo
Pra viver um sonho,
Um sonho que eu sabia,
Nunca iria se realizar.
Quanto tempo de ilusão, solidão, talvez.
Foi bom, mas agora é a hora da permissão,
Hora de acordar desse sonho,
E de não me culpar por escolhas e decisões que foram tomadas.
Sabes que tudo que pude
Nunca passaram de promessas.
Sabes também
Que toda sorte são meus votos,
Ainda não esqueci de nada,
Acabei de acordar.
O que me deixa com mais medo
É sempre pensar em voltar.
Mas já é chegada a hora de dormir em outra casa,
De ter outros sonhos.

¡Adiós, Magnólia! Lucas Santos, 26/08/2013.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Trompetes

Respira fundo.
Pega toda aquela gana e a agonia que guardara por tempos,
Toda tua melancolia e os teus desenganos
Sopra esse trompete o mais forte que podes, faz a tua própria marcha da saudade
Puxa o fole,
Entra nesse tango, não, não tens mais saída.
Além do mais, é chegada a hora de te permitir.
Sopra todo o resto de amor
Que não coubera no teu peito
Sente esse sopro taciturno,
O vento que bate na tua porta nao é mais o mesmo de tempos atrás, pequena.
Os ventos são outros, e não há nada que possas fazer,
Agora aproveita essa brisa,
E deixa que ela leve consigo a alma
De alguem que foi dormir antes de anoitecer
De alguem que as vezes pensa,
Que só nasceu pra morrer.
                       

                                        Lucas Santos, 10/08/2013

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Com Todas as Palavras

Fechei os meus olhos o mais forte que pude
E tentei te achar, com todas as palavras.
Em meio a pensamentos turbulentos,
Com todas as palavras, tentei te odiar
E não consegui.
Não consegui, com todas as palavras.
O amor é um grito no vácuo
Os óculos de um cego
Coisas que nem com todas as palavras
Conseguimos explicar.

                              Lucas Santos, 13/07/2013.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Como num filme sem um fim

Se tu ao menos soubesses
Quantos segredos eu tenho
Que ainda não tive coragem 
De contar nem a mim mesmo

Se pudesses ler
Todos os planos que eu fiz 
E não chegaram no papel.

Talvez tu entendesse o porquê
De toda essa tempestade.
Cada lágrima que ainda carrego nos olhos
É uma dívida a ser paga.
Sao todas promessas que fiz a mim
E não pude cumprir.

                                               Lucas Santos, 23/07/2013.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Relógios

Queria que os relógios
Girassem ao contrário.
Não que eu queira voltar no tempo,
Ou mudar alguma coisa
Nao me arrependo de nada que fiz.
Só queria que ele andasse do "pra trás"
Pra me livrar de uma vez
Dessa dor e dessa angústia
Que teima em nos corroer ao final de tudo,
Me livrar de toda mágoa que ainda está por vir
E viver todas aquelas verdades que nasceram de uma mentira
Que ainda nao contei.

                                                 Lucas Santos, 07/07/2013

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Trocas, Por Favor!

A vida não passa de um livro que acabou no meio,
não passa de uma frase que termina sem acabar.
O receio de viver muitas vezes é compreensível.
Pensar que um dia nos sentiremos completos, de fato felizes e satisfeitos,
é ilusão.
é tudo ilusão.
muitas pessoas confundem algumas coisas...
Os nossos sentimentos são manipulados - muitas vezes por nós mesmos - sem que percebamos,
trocas nos ludibriam persuadindo-nos como se fossem doações.
Na maioria das vezes, não sentimos nada,
temos um apreço pelas trocas, por favores,
essa seria uma maneira gentil e sincera de usarmos as pessoas,
e o pior é que nao percebemos quando estamos fazendo isso
e sofremos quando esses favores acabam, sem aviso prévio,
esses favores muitas vezes
acabam junto com a saudade,

com ou amor ou junto com a nossa falsa noção de amor,
nossa falsa noção de felicidade.
nossa falsa noção de vida.

                                       Lucas Santos, 27/06/2013.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Solidão

Ainda escrevo sobre aquele tempo...
Um dia os versos me abandonaram.
Ainda escuto vozes daquele dia
Em que minha vida ficou sem música,
Sem som nem barulho
Vida sem vida.
E num belo dia olhei pro lado e me assustei, me vi sozinho.
Foi então que eu encontrei a solidão.
E se a solidão está comigo,
Sozinho não estou.

Lucas Santos, 05/06/2013.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Sem poesia

Pensar que o problema é a condição e a ociosidade, a minha vida anda sem poesia.
Mas saber que o problema está no viver
Amanhã a gente sorri, sem pressa...
Sem ganas, sem lembrar.
Se ao menos soubesse que
O meu problema no viver
É o conhecimento do que eu não deveria conhecer.
Mas o poema insiste em acontecer.
O cigarro não para de queimar.
E o coração ainda teima em bater.

                                      Lucas Santos, 04/06/2013.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Depois

É que o meu pra sempre
Terminou amanhã
O Por enquanto foi depois disso.
E minhas mentiras,
Já contei mês que vem

Mentiras que nem sei contar,
Que não passam de verdades
Que ninguém quer admitir.

Tua vida foi uma peça de teatro mal ensaiada, admita jovem rapaz.
Uma história escrita a caneta,
Sem tempo de voltar atrás,
Sem tempo pra pedir desculpas.

Pros bons sentidores,
Clichês são muito bem vindos,
Choro inventado, sonho sentido.
Aos bons entendedores,
Resta o desconhecido:
Uma mentira que ainda não foi contada
Em mais um poema de amor.


Lucas Santos, 12/05/13

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Nem ganas sinto

E nem sequer deveras sinto
Vontade de encarar,
Me dá um medo,
Sinto ganas de chorar.

Me encontro no ócio,
Nem forças pra sustentar
O sentimento mais pesado,
A saudade quis chegar.

E no pensamento mais intrínseco,
Sombras, dúvidas, olhos tardios,
Nada de clareza, apenas pensamentos úmidos, piegas!
Talvez uma única certeza.
Nao sei onde quero chegar.


                                    Lucas Santos, 08/05/2013.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Sobre o que já foi escrito

Escrever, é admitir
O que se tem medo de falar
Pelo simples fato de não saber
O que se vai ouvir.

Escrever é redimir,
Pedir desculpa,
Mentir pra si mesmo que é corajoso o bastante pra falar
Mas chorar em versos antes de dormir

Encontrar a redenção, o perdão
No meio das lágrimas dispersas
E faladas em vestígios de um refrão.

                                              Lucas Santos, 05/05/2013.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Muitas Vezes

A vida muitas vezes me parece
Uma troca de favores deselegante,
Uma troca de falsas verdades,
E uma troca de falsos créditos.
A vida muitas vezes parece,
que só começou pra acabar,
Só nasceu pra morrer.
Só tem olhos pra chorar.
A mentira muitas vezes parece,
Que já se tornou verdade,
Já aprendeu a desaprender,
A desconfiar,
E é essa verdade que me dá medo de viver,
Se essa é fora a verdade da minha vida,
Na verdade era mentira,
E esse meu medo de viver
Me acordou antes de sonhar.
 

Lucas Santos, 07/04/2013.

domingo, 7 de abril de 2013

Lembra!?

Queria ouvir a tua paz,
Fazer um choro pra te pedir perdão.
Lembrar que foi com as minhas lágrimas,
Que lavaste tuas mãos.

Recordar que depois do samba,
O que nos resta é o choro,
E que a alegria tem que vir da tristeza.
Tem que vir de dentro pra ter meu consolo.

E aquela flor,
Que roubara teu perfume,
Murchou, morreu...
Assim como a lembrança
Daquilo que nao aconteceu.

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Lucas Santos, 06/04/2013.

terça-feira, 26 de março de 2013

Dia cinza

Em dias cinzas
Sempre me ponho comigo,
No meu silêncio e na minha solidão,
Converso.
Revivo e redescubro a mim mesmo.
Quando o dia está cinza,
Revivo minhas mágoas,
Assim, redescubro a maneira de sentir,
A maneira com que me fazem e deixam sentir.
É sempre num dia cinza,
Que eu entro em contato com minha essência
E é com ela,
Com a minha verdade, nesse meu cinza,
Que me sinto feliz.


Lucas Santos, 20/03/2013.